segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Ingresso VIP


Eram 3:00 horas da tarde de sábado, eu e meu amigo Pedro estávamos no estacionamento do Shopping do Rio de Janeiro, véspera de um dia importante para nós, torcedores do Fluminense do Rio de Janeiro, era véspera da final da copa estadual em que ocorreria o jogo entre Flamengo e Fluminense.
Descendo do carro, uma l200 Triton savana que meu pai havia me dado, Pedro exclamou:
- Vamos, a inscrição acaba 4:00 horas.
- Está bem – respondi.
- Bem mal - brincou Pedro - Rápido Conrado!
Estávamos apressados pois haveria um sorteio que teria como prêmio ganhar dois ingressos para a final tão esperada.
Entrando no shopping nós vimos de cara a quantidade de cupons. Na inscrição o número de inscritos já passava de 17 mil. Perguntei ao balconista:
- Onde nós nos inscrevemos?
- Aqui mesmo senhor - disse o balconista.
- São muitas pessoas - resmungou Pedro.
- Só Jesus na causa – eu disse.
- Não perca a esperança - respondeu Pedro.
Nos escrevemos quando já era 3:58. A fila era muito grande. Tínhamos que torcer. Essa era a única ficha que conseguimos. Era tudo ou nada.
- Tá chegando a hora meu amigo - Disse Pedro.
- Cruza os dedos – respondi.
 Já era 5:00 horas e na hora do sorteio quase temos um piripaque , Pedro andava de um lado para o outro:
 -Ô ficha sem jeito, cabo o dinheiro todo! –disse Pedro
 E na hora H a nossa ficha foi a sorteada v, eu gritei muito , Pedro parecia um canguru de tanto pular.
 -É muita emoção pra um homem só – eu disse
 Depois da euforia nos perguntaram:
  -Vocês são tricolores ou flamenguistas?
  -Torcemos para o fluminense- respondemos
  Pegamos os ingressos e fomos para casa .Contamos a novidade para nossa famílias .
 No dia do jogo busquei Pedro na casa dele, ele saiu correndo , chegando lá ,na entrada Pedro esqueceu os ingressos e fomos buscar.Conseguimos mais durou 45 minutos de ida e volta e  na chegada o pinéu furou:
-Cadê a TV na hora que agente precisa?-disse Pedro
 Consertamos o pneu e já tinha começado o segundo tempo da partida.
-Conseguimos! Aqui os ingressos moça-Eu disse
 Na entrada infelizmente entramos no camarote errado e fomos avisados 15 minutos depois,quando no avisaram onde era nosso camarote.
-Vamos é por aqui-Eu disse,
-Não temos paz não é-exclamou Pedro
Chegamos vimos placar de 0 x 0 e as cobranças de pênaltis, na ultima fechamos os olhos, se fosse gol o flamengo ganharia.
            -Partiu, bateu e é goooool! O flamengo é campeão.
            Triste Pedro falou:
-Seria melhor na TV
            -Que sorte-azarada ,em?


Dupla: João Victor e Jonas Rodrigues
 

A barata


No ano passado quando eu tinha 9 anos, eu e minha irmã estávamos no sofá de casa, assistindo o filme da saga Crepúsculo na televisão quando um animal intruso foi aparecer na minha cabeça, daí minha irmã disse:
- Noooossa velho!! Tem um bichão na tua cabeça!
- Aaaaahh, tira!
- Eu não, eu morro de medo! – disse Monique.
Enquanto a barata estava na minha cabeça, foi um desespero, uma confusão. Pois eu e Monique morremos de medo de barata. Nós tentamos colocar o remédio na barata, mas ela se mexia muito, ia para um lado, e para o outro e depois foi para debaixo do sofá.
Ela ficou lá por muito tempo, mas ela tinha que sair, então eu e minha irmã armamos um plano, eu empurrava a barata com uma vassoura e quando ela saísse Monique colocava o remédio. Esse plano deu certo, quando minha irmã matou a barata, nós voltamos a assistir ao filme e quando acabou nós fomos dormir.
Quando acordamos, tomamos café, vimos que a barata estava lá ainda, balançando suas perninhas de um lado para o outro. Minha irmã pegou a sandália e matou-a, que chega saiu um líquido nojento, amarelo, parecendo uma gosma.
Jogamos ela no lixo e voltamos a ter uma vida totalmente legal, e despreocupada com aquela barata nojenta.


Dupla: Larissa Andrade e Natália Almeida.

Carro quebrado


No ano passado meu pai me levou para praia, ele queria chegar cedo lá.
- Bi,bi,bi,bi. - Buzinou meu pai.
Eu acordei no mesmo instante. Me arrumei, peguei minhas coisas e entrei no carro.
Antes de viajarmos, fomos para a rodoviária para pegar um amigo do meu pai.
- Papai, a gente tá esperando quem? - disse eu.
- Estamos esperando um amigo meu! – disse papai.
Alguns minutos depois o amigo do meu pai chegou, conversamos durante vários minutos, só depois disso saímos para viajar.
- Finalmente saímos de Feira em rumo a Cabuçu. - disse eu.
No meio do caminho da estrada, ouvimos um barulho esquisito dentro do carro, mesmo assim continuamos a dirigir a 15 metros depois do local do barulho esquisito, ouve-se outro barulho esquisito pior do que o primeiro, um barulho estranho, parecendo com alguém unhando um quadro, de repente o carro parou de andar.
Olhamos o que era e vimos que era o motor do carro quebrado. Ligamos para o carro do quindaste. Passamos a manhã toda esperando isso, mas só chegou 14:30h. Para almoçar fomos para a casa de outro amigo do meu pai, almoçamos e fomos jogar bola, depois chegamos a Cabuçu de carona mas não conseguimos aproveita nada, só deu para tomar um mero banho de mar. A noite pegamos um ônibus e fomos para casa.
                                                                                                                                                                                    Edson Gabriel e Lucas Sales

Exame de próstata


Meu avô já aos 63 anos foi fazer o exame de próstata e chagando lá dentro do consultório do médico ele perguntou:
- Meu senhor, nós vamos fazer essa terapia em 3 posições, tudo bem?
Ele respondeu:
-Tudo Bem!
- Então vamos lá, primeiro incline-se para a direita, essa vai ser a posição numero 10.
- Beleza.
- Agora, incline-se e para a esquerda, essa vai ser a posição numero 20.
-Tudo bem.
- Agora a última posição, a que o cachorro anda, essa vai ser a posição 50.
Meu avô falou:
- Doutor 10 tudo bem, 20 tudo bem mais 50?
- É, meu senhor, 50, vamos logo.
E meu avô ficou na posição 50 enquanto o médico fazia a terapia.
O médico perguntou-lhe:
-Tudo bem ai?
E meu avô respondeu:
-Aaaaaaaaiiiiiiiiiii minha bunda.
Quando acabou a terapia meu avô ficou feliz pois não estava com a doença, mas também ficou com muita vergonha porque aquela situação tinha sido muito constrangedora.


                                                                                     Rafael Andersen
                                                                                                                              &
                                                                                                          Rafael Araújo

Parecia Sexta Feira 13

Certo dia estava Davi e Marcos e Mais colegas perto do treino.
            - Vamos Marcos - disse Davi.
            - Para onde? - perguntou Marcos.
            - Para o treino de fotebol - exclamou Davi.
            - Vamos lá - falou Davi.

Estavam lá pegaram as bicicletas e foram direto para o treino. De repente Marcos mudou de caminho e chegaram atrasados.
            - Chegamos! - exclamou Davi.
            - Vamos - falou Marcos.

Logo depois Davi toma uma bolada na cara e cai no chão.
            - Aiiiii - gritou Davi.
            - Hahahaha - sorriu Marcos.
            - Fique rindo...! Se fosse você não gostaria - esbravejou Davi.

Logo após Davi vai embora e Marcos também.
            - Vamos mais rápido - gritou Marcos.
            - Calma - disse Davi.

Logo depois Marcos fica descontrolado.
            - O que foi você ta parecendo uma mosca descontrolada - disse Davi.

Marcos se descontrola e engancha o pé na corrente e vira com tudo.
            - Hahahahha - sorriu Davi.
            - Aiaiaiaiai - gritou Marcos.

E eles foram embora e foi sexta feira treze mesmo.


                                                 Davi Araujo .A    &  Marcos Vinicius .M.S                                                                                                                                                

Um dia no parque!

Depois de um divertido dia com minha amiga chamada Mércia, passamos a manhã toda na piscina, já à noite fomos ao parque que estava ao lado do shopping, eu fui de short e ela com uma calça muito apertada.
Ao chegar lá, brincamos em todos os brinquedos e deu aquela vontade de fazer xixi, mas o banheiro do parque era “podre” e ela pensou:
- A gente faz ali atrás, tem ninguém lá não. - disse ela.
E apenas respondi:
- O carro de bate-bate tá aqui na frente e a montanha-russa aqui atrás, enlouqueceu?
- Tem nada não! Esse parque só vem aqui uma vez no ano mesmo! - exclamou ela.
- Faz você sozinha, eu já perdi a vontade! - eu disse.
O que mais me impressionou foi que a calça dela tava tão colada que ela nem conseguia andar direito e eu só escutei o grito:
- Socorroooooooo! Corre! Corre! - Mércia grita.
- O que foi dessa vez? - eu disse sarcasticamente.
- Tá descendo! Desceeeeeeeeeendo! – gritando ela diz.
- O xixi! Xixixi! Corre lá pra trás.
A gente saiu correndo feito umas loucas, quando chegamos atrás dos banheiros, num passe de mágica, ela puxa a calça com tudo e só se ouviu o “thooooo” e quando eu olhei tá ela lá fazendo xixi e nesse exato momento a montanha-russa passa ao nosso lado e eu comecei a rir e logo minha amiga perguntou:
- Do que você tanto ri?
- Nada não! E como você desceu essa calça super justa tão rápido? – eu mudando de assunto.
- Na hora do desespero, a calça escorregou que nem quiabo!




Ananda Victória e Bianca Vieira  5º Série B.

DESESPERO FAMILIAR


Era um dia ensolarado, quando Beto e Felipe esperavam ansiosos em um aeroporto a tia deles que estava vindo dos Estados Unidos.
- Beto, quando a tia Lilian chegar, nós damos um abraço bem forte nela. – disse Felipe.
- Ok Felipe! – exclamou Beto.
Então chegou o grande e esperado momento: a tia de Beto e Felipe chegou com um presente para eles.
- Olá tia Lilian! – exclamou Beto e Felipe abraçando-a.
- Oi meus amores! – respondeu Lilian. – Trouxe um presente para vocês.
- E o que foi tia Lilian? – perguntou Felipe.
- Ah... Só quando chegar em casa que vocês verão o lindo presente que eu trouxe. Vocês vão amar. – disse Lilian – Vamos para o carro!
Ao chegar na fazenda Lilian presenteou-os com um boné caríssimo, exportado dos Estados Unidos.
- Muito obrigado tia Lilian! – disseram eles felizes da vida.
- Oh!!! Por nada meus amores! – disse Lilian.
Em cerca de 30 minutos depois, chegou na fazenda dois amigos deles: Lucas e Tiago. Enquanto Beto e Felipe usavam os seus bonés, eles jogavam futebol na estrada da fazenda. Ao olhar para trás viram três homens macentos vestidos de preto indo na direção deles. Eles tomaram os seus bonés e saíram correndo em direção ao lado esquerdo da rua. Beto, Felipe, Lucas, Tiago, e suas irmãs Ana e Lara entraram rapidamente em casa e falaram com Redalva, mãe deles, o que teria acontecido. Sem mesmo pensar, Redalva, Beto, Felipe, Lara, Ana, Lucas e Tiago entraram no carro e foram procurar os moleques.
Ao encontrá-los na esquina, Redalva lançou um taco de sinuca que media quase 1,90 m.
- Passa o boné! Passa o boné Mané! – disse Redalva.
Com o susto que Redalva lhes deu, eles pensaram que em um tiro sairia quatro balas. Sendo assim, lançaram os bonés para trás e saíram correndo em direção à fazenda. Como eles estavam muito distraídos, não perceberam que os moleques tinham invadido a fazenda e se escondido lá.
Ao voltarem para casa Redalva não deixou seus filhos jogarem mais. Ela os pediu para irem tomar banho juntos. Ao chegarem no banheiro a mãe de Lucas e Tiago foi os pegar. Então eles de lá mesmo, deram tchau aos meninos. Quando Felipe e Beto se deram conta de que não estavam sozinhos no banheiro, eles viram os moleques armados.
- Se vocês falarem para Redalva que estamos aqui, algo muito ruim irá lhes acontecer! – disse um dos moleques.
Porém, os meninos falaram para Redalva que os moleques estavam escondidos dentro do banheiro. Mas quando Redalva foi procurar os ladrões com os filhos, ela não viu nada, pois eles estavam escondidos no galinheiro. Aliviado que os moleques não estavam escondidos mais por perto, ela os pediu para ir dormir, pois era tarde da noite. Redalva por ser muito preocupada, quando os meninos pegaram no sono, ela resolveu dar mais uma olhada na casa para ver se estava tudo seguro. E nada de assombroso foi encontrado. Quando Redalva pegou no sono, os moleques decidiram assassinar Beto e Felipe. Ao chegar no quarto deles, viram três colchões de sobra e então resolveram pegar os colchões e jogá-los em cima de Beto e Felipe, e para mudar a situação, os moleques deram tiros em cada colchão, mas os tiros nem sequer chegaram perto dos meninos. Depois os ladrões ganharam chão pela muralha que cercava a fazenda.
Os meninos com um sono profundo caíram no chão e foram para debaixo da cama. No dia seguinte ao amanhecer, Redalva foi chamar seus filhos, para o café da manhã. Ao chegar no quarto, achou estranho aqueles dois colchões e ao tirar o colchão de cima de seus filhos, se assustou, ficou traumatizada, com os olhos arregalados virados para aqueles colchões puros e vazios que não tinham nenhum pedaço de carne humana. Saiu desesperada procurando seus filhos e nada, nem dentro, nem fora de casa, nem no galinheiro, nem no chiqueiro, em lugar nenhum, mas ela esqueceu do lugar principal, o quarto deles. Chegou o momento que toda a família já estava sabendo, até seu irmão Toinho decidiu ir a delegacia prestar queixa à policia que seus sobrinhos tinham desaparecido.
Enquanto isso lá na fazenda Beto e Felipe acordaram sufocados pensando que era de manhã, mas eram 5 horas da tarde, e saíram a procura de sua mãe que por ali não estava. E uns procurando os outros e nada de achar, nem Redalva achava os filhos, nem os filhos achavam Redalva. Então eles acharam que era tudo um sonho e voltaram para dormir na fazenda, no mesmo lugar. Redalva cansada, porém, não exausta, voltou para casa e resolveu dar mas uma olhada nela. E quando chegou no quarto ficou surpresa em ver seus filhos em um sonho profundo.
Quando seus filhos abraçaram sua mãe, ela teve que confessar algo: ela era delegada. Na mesma hora ela foi com seus filhos para a delegacia e mandou todas as forças armadas irem matar os moleques. Mas antes ela gostaria de conversar com eles. Quando os policiais acharam os moleques, os levaram para a delegacia e lá eles disseram que eram filhos biológicos de Redalva, e que Felipe e Beto eram adotados. Os moleques tinham ciúmes dos meninos pois seus pais eram super-ricos e que tinham uma herança guardada para eles.





COMPONENTES DA DUPLA:
·        POLLYANA MARIA DE MORAES MOREIRA ALVES
·        MAINARA ARAÚJO CABRAL

Isto é direitos humanos?


                Nós vamos contar uma história não muito legal. É sobre um cavalo. Infelizmente existem pessoas que não têm o devido amor e cuidado que deveria ter aos animais.
         A semana passada foi alvo de notícias, a história do acidente de dois cavalos no bairro Tomba, que nos comoveu bastante. Esses dois animais que sempre trafegam por ali, foram atropelados, um morreu e o outro quebrou suas patas.
         Então nós queríamos chamar atenção sobre esses animais que não foram prestados socorro. O bichinho que quebrou suas patas ficou na pista com frio e com dor até mesmo com fome, além disso estava um dia chuvoso. Ele coitado estava tentando se levantar e não conseguia.
         Isso é discriminação só porque é um animal, nós queríamos ver se fosse uma pessoa se ia ficar até de noite naquela situação embaixo de chuva. Cadê as autoridades para perceber isso hein!?!
         Queremos alertar a vocês leitores que o bichinho vai ser sacrificado por causa do atendimento que não foi prestado na hora. Outra coisa, eles não prestaram atendimento porque não é um ser indefeso.
         Nós gostaríamos muito de cuidar desse animalzinho, só que como moramos em apartamento não tem como.



DUPLA: ANDRESSA E CINDY
SÉRIE: 5ª B

Dia assustador



     Em um belo dia ensolarado, meus pais iam para uma formatura as 9:30 da noite, com os meus tios e minhas tias.
Minha prima pediu para a minha mãe ficar com a gente, pois eu e minha irmã não queríamos ficar sozinhas dentro de casa.
No estalo de dedos  anoiteceu, minha prima chega para ficar com a gente. Meus pais saíram as 9:50 da noite e nós fomos para o quarto, ficamos conversando, do nada minha prima fica com vontade de ir ao banheiro e quando ela saiu deixou a lâmpada acesa, depois de 1:00h de repente a luz se apaga . Nós começamos a gritar e ficamos indecisas se iríamos ou não.
     Decidimos que iríamos, morrendo de medo passeamos pela casa toda e não vimos nada até que nós vimos um vulto. Começamos a subir as escadas desesperadamente até que quase chegando no quarto de meus pais ouvimos um zumbido de uma televisão sendo que tínhamos certeza que havíamos desligado antes de descer e em um pique chegamos no quarto de meus pais e eles estavam dando muita risada da nossa cara.
       Nós dormimos morrendo de medo mesmo sabendo que eram eles, nós ficamos com muito medo.
Dupla: Daiane e Tayla,  5°B

O Pão Importante

Eram duas horas da tarde quando eu, Júlia Luna, resolvi ir para a casa de minha amiga Açucena. Quando cheguei na casa dela encontrei a sua prima chamada Júlia. Como de costume começamos a conversar e nem percebemos o tempo passar. Chegando a noite Açucena me fez uma pergunta:
- Ju, você quer jantar aqui em casa com a gente? Podemos fazer hambúrguer !
- Pode ser, só tenho que avisar a minha mãe! - disse exclamando.
Interfonei e pedi a minha mãe se podia jantar na casa de Nena, dizendo:
- Mãe, posso jantar com as meninas hoje, aqui na casa de Nena?
- Pode filha! Qualquer coisa vou estar aí na frente, vou estar na casa de Nilton. – disse minha mãe.
- Obrigado mãe! – disse.
Antes de jantar, ficamos conversando mais um pouco, quando de repente o celular de Júlia toca. A voz ficava parecendo voz de mulher. Ficamos falando:
- Para Carol de passar trote! A gente já sabe que é você!
Júlia rindo da nossa cara falou que era Sávio, um menino que estava falando com ela no MSN. Rimos da situação e fomos fazer o hambúrguer. Começamos a fazer e para completar Açucena nos dá a notícia de que não tem óleo, que ela estava fazendo com azeite. O primeiro deu certo, mas o segundo de repente, começa a subir fogo. Eu corri e comecei a gritar:
- Corre, tenta apagar o fogo se não vamos botar fogo na casa e estamos sozinhas !
Açucena começa a rir e ficar preocupada junto comigo, quando a gente ouve uma voz de lá do fundo:
- Corre gente, corre !! – grita Júlia.
- O que foi Júlia, o que foi ? – dissemos exclamando.
- Pega, paga o pão, se não a gente não tem como comer! – disse Júlia.




           Dupla: Júlia e Luisa

O susto

                     Um dia, eu e minha mãe estávamos no supermercado. Quando resolvi ver os brinquedos que havia lá, enquanto minha mãe escolhia as verduras.
                     - Mamãe, eu vou ver os brinquedos! – eu exclamei.
                     - Ok, filha! – disse a mamãe.  
                     Então segui em frente aos brinquedos. Lá encontrei uma amiguinha da escola. Perguntei a minha amiguinha se ela queria ajuda para escolher os brinquedos e ela me respondeu:
                     - Não precisa, já estou indo embora!
                     - Então tá bem! – exclamei.
                     Depois que ela foi embora, resolvi ficar correndo com o carrinho de compras, e acabei me perdendo da minha mãe e em seguida escutei uma voz dizendo:
                     - Anielly, venha para frente do supermercado!
                     Eu tinha ouvido a voz, mais o supermercado era muito grande e eu não sabia sair. Fiquei feliz e triste ao mesmo tempo. Quando olhei para o lado estava um segurança, que me perguntou:
                     - Você é a Anielly? – disse o segurança.
                     - Sou eu sim, pode me ajudar? – falei.
                     - Claro, pequena! Sua mãe está bem ali.
                     - Vamos! – disse ansiosa para ver a mamãe. 
                     Quando a vi, saí correndo para o seus braços. Ela agradeceu ao segurança e fomos para casa. No caminho mamãe disse que, quando isso acontecesse de novo eu deveria chamar o segurança e mandar ele falar no microfone.
                     Esse dia nem foi tão legal, mas aprendi a lição. E você, aprendeu?

Trio: Eduardo (9), Isabele (10), Maria Fernanda (18)

O Salto

Em um dia muito chuvoso, voltando do colégio, avistei uma cena que ao mesmo tempo foi irônica, constrangedora e que me chamou muita atenção.

Uma maravilhosa mulher a alguns metros na minha frente usando um belo vestido vermelho, com uma bolsa de couro e um sapato de salto plataforma. Aparentemente a moça era rica.

Ao meu lado estava um grande amigo, Marcos, e quando eu conversava presenciei uma cena que não correspondia com a primeira impressão que aquela moça passou em minha vista. Um desequilíbrio no salto, ela foi para o lado direito, depois para o lado esquerdo e não conseguia volta a sua postura inicial, foi caindo para o lado esquerdo até conseguir se apoiar em um muro molhado.

Quando posicionei o meu olhar para frente, vi aquele acontecimento. Tive uma vontade de gargalhar mas segui até passar pela mulher que por vista estava envergonhada.

            Depois que nós passamos, várias pessoas começaram a olhar. Será que foi por causa de cena que viram, ou porque vi uma linda moça bem vestida sem ao menos saber se equilibrar em um salto, enfim, ela tão constrangida ao estar sendo ironizada pegou o salto, posicionou os dois pés na calçada molhada, colocou o salto na mão e foi embora.


Construtores: Victor Wagner e Matheus Santos
Colégio Padre Ovídio turma: 5ªB

Head Shot Salvador


            Um dia, eu viajei para Ilha de Itaparica com meu tio Norvaldo, meu irmão Junior e meu amigo Wallace.
            Era noite. Logo quando chegamos, antes mesmo de irmos para casa, fomos na barraca que ficava do outro lado da rua onde se encontrava a casa. Como estávamos com fome, meu tio pediu batatas fritas. Junior que foi pegar o pedido. O funcionário, após lhe entregar o prato, fez um gesto dele cortando seu pescoço. Meu irmão riu e se sentou, nós ficamos conversando e comendo então meu tio disse:
            - Juninho e Teteu, eu vou para casa! Querem ficar aqui ou querem ir para casa?
            - Eu quero ficar aqui – respondi.
            - Também – responderam Junior e Wallace ao mesmo tempo.
            Meu tio se retirou. Já que a barraca se encontrava na praia, fomos ver o mar. Quando voltamos, percebi que o funcionário não estava ali, e então vi algo vindo do mar em nossa direção eu saí correndo e Junior e Wallace me seguiram.
            - Corre Matheus! O carinha tá chegando perto! – gritou Wallace.
            Vi alguns licuris e coquinhos pelo chão, resolvi pegar alguns e comecei a jogar no carinha que estava correndo atrás de nós, um dos coquinhos pegou na cabeça, então eu gritei:
            -Head Shot!
            Todos nós começamos a rir. Quando olhamos para ele o vimos caído no chão então fomos ver quem era, peguei o celular para clarear o rosto e identificar a pessoa antes mesmo que eu pudesse falar algo Wallace gritou:
            - “Véi” é o carinha da barraca!
            - Por que vocês correram? Só queria saber se vocês não queriam mais fritas – exclamou o funcionário.


Nome: Caio (4) Matheus A. (19)
6º Ano B

A greve

Em abril deste ano, um grupo de professores se reuniram e comentaram que gostariam de ter um salário melhor. Depois de muitas discussões sobre o assunto, resolveram fazer uma greve que só terminaria a partir do dia em que os professores começassem a receber o salário que realmente queriam.
            No dia seguinte, quando os alunos chegaram na escola, não encontraram nenhum professor lá, então voltaram para casa, pois souberam que não haveria aula. Quando os pais dos alunos souberam do acontecido, conversaram com os diretores das escolas públicas, mas nada feito.    
            Mas foi então que um pai que fazia parte do grupo teve uma ideia: poderiam fazer um projeto para que os alunos sem aula incentivassem crianças de rua, além de crianças exploradas por outras pessoas, para procurarem a justiça e adquirirem o direito do estudo e de uma família.
            Depois de muito tempo sem aulas, os alunos imploraram aos professores que voltassem às escolas. Todos se arrependeram do que causaram e, que voltariam a dar aula com uma condição : que a prefeitura desse um aumento no salário deles .E também pediram para que os alunos os respeitassem mais .Assim foi feito .Tudo que os professores pediram, realmente aconteceu .No dia em que as aulas retornariam, foi a maior alegria. Amigos, colegas professores se abraçando, conversando e se divertindo. Nesse dia, todos os alunos pensavam que teriam aula, mas na verdade ouve uma grande festa e o projeto que os alunos criaram foi mais incorporado e se tornou realidade, e todo esse projeto ficou na mente das pessoas que colaboraram. 
Dupla: Mariana Fernandes e Elizabeth Bittencourt
5ª E

Eu e minha irmã

                                                                  
Eu estava em um bairro de Feira de Santana.
Teve um assalto e fui em São Gonçalo dos Campos.
E olhe que também teve um assalto no bairro Petobinha.
Aí fui para casa de minha vó (dona Raimunda) e lhe disse que teve um assalto em Feira de Santana, e ai tomei o banho e fui para escola tomado café.
Aí eles estavam vendendo chuchu, as pessoas dizem que todo mundo que as pessoas inventaram que era o assalto que as pessoas dizem que as pessoas que Teve um assalto.

Gilvan

MEU CACHORRO MACHUCADO


Meu cachorro Max, estava subindo na árvore e deitou no tronco, na sombra.
Rena e Reno, dois pássaros lindos, Rena a mais esperta e mais malvada, e Reno o mais Brincalhão, os dois voaram para árvore junto, com o Max.
Rena fez - hum, hum – vamos Reno.
Max o cachorro - abriu a boca.
Rena latiu, e fez uma voz de cão bravo, Max com seu latido caiu do tronco.
E os dois pássaros vendo – kkk.
Max estava gritando – ai ai  de dor – eu disse: - vem cá Max, você também Rena e Reno.
Rena não veio – eu disse: – venha aqui agora.
Ela saltou do tronco rápido que fez “vup”.
Reno disse: – não fique assim – eu terminei  a frase – só é um machucado, um arranhãozinho .
Max bufou.
Rena diz - é o interesse na pata dele.
O tio disse – ele vai ficar bem, bem não, ótimo! Podem ficar aliviados com isso.
RSRSRS – Rena rindo – falei: pare de rir – Só por que ele vai ficar bem então vamos comemorar.
Reno disse – Rena tem toda razão com as risadas, por que ele está bem.
Nós sabemos que os dois tinham razão .
Rena diz – então as minhas risadas estão liberadas.
A gente falou – sim, as suas risadas e a nossa estão liberadas.
E no final tudo terminou em risadas - RSRSRS.
Nome:Ariano e Graciele
Turma E
SERIE 5E

Cristo Redentor

Eu quando pequena fiz uma coisa que aposto que nenhuma criança da minha idade faria, que revelo nessa crônica.
Na televisão estava passando uma importante reportagem, foi quando minha mãe veio correndo da cozinha, pois tinha acontecido um desastre, eu estava gritando com a voz bastante falhada:
- Mamãe, socorro!!!
Ela ficou maluca quando me viu caída no chão, toda dolorida. Isso foi à noite, meu pai já dormia, mas acordou logo quando minha mãe gritou nervosa:
- Rápido, levanta, levanta!!!
Meu pai acordou todo assustado e principalmente descabelado, pegou o carro e daí começamos a rodar a cidade procurando um hospital que aceitasse meu plano de saúde, já eram duas horas da manhã.
Quando o médico veio atender, observou logo e falou :
-Ela quebrou o braço.
Minha mãe ficou desesperada e começou a chorar, mas foi confortada por meu pai.
Quando ela viu meu braço ser enfaixado ficou ate feliz de ver que não foi nada mais sério.
Depois que o pesadelo acabou, já no caminho de casa meu pai perguntou:
-Como você caiu?
E eu com a maior cara de pau respondi:
- Eu queria imitar o Cristo Redentor, e subi no sofá.
Ele riu e minha mãe também, e eu achando graça da situação ri junto.




Nome:Beatriz Costa e Daniela Santos
5 serie E
COLEGIO PADRE OVIDIO